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    <title>DSpace Collection:</title>
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    <title>DESFIBRAMENTO DE CAVACOS LAMINADOS DE BAMBUSA VULGARIS SCHRAD VISANDO À EXTRAÇÃO DE AMIDO</title>
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    <description>Title: DESFIBRAMENTO DE CAVACOS LAMINADOS DE BAMBUSA VULGARIS SCHRAD VISANDO À EXTRAÇÃO DE AMIDO
Description: No presente estudo, cavacos laminados de Bambusa vulgaris Schrad com espessura reduzida (0,5 mm) foram desfibrados visando à extração de amido e à separação das frações fibrosa e residual. O desfibramento dos cavacos foi realizado em liquidificador de copo invertido. Os resultados variaram de 52,16 a 69,36 g/kg para o amido, de 774,53 a 798,26 g/kg para a fração fibrosa e de 72,50 a 112,44 g/kg para a fração residual. O emprego de cavacos laminados com espessura variando de 0,403 a 0,489 mm favoreceu o desfibramento: viabilizou a extração de amido, dispensando o pré-amolecimento dos cavacos.</description>
    <dc:date>2013-05-30T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>ÁCIDOS GRAXOS E PROTEÍNA EM GRÃOS DE AMENDOIM EM FUNÇÃO DA CALAGEM E DO MÉTODO DE SECAGEM</title>
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    <description>Title: ÁCIDOS GRAXOS E PROTEÍNA EM GRÃOS DE AMENDOIM EM FUNÇÃO DA CALAGEM E DO MÉTODO DE SECAGEM
Description: Grãos de amendoim (Arachis hypogaea L.) destinados ao consumo humano permanecem armazenados até sua utilização; daí, a necessidade de que o produto tenha alta qualidade e óleo estável. Em função disso, desenvolveu-se um experimento com amendoim para avaliar o efeito da calagem e da secagem no teor de proteína e na composição dos grãos, com relação aos ácidos graxos. O amendoim cv. Botutatu foi cultivado num latossolo vermelho-escuro de textura média, em São Manuel (SP) sendo os tratamentos das parcelas sem ou com calagem (2,05 t/ha), elevando a saturação por bases a 56%. Os tratamentos das subparcelas foram os métodos de secagem: (1) à sombra; (2) ao sol; (3) ao sol até 24,7% de umidade das sementes e (4) ao sol até 35,9% de umidade das sementes. Os dois últimos tratamentos terminaram a secagem na estufa a 30oC, até atingir 10% de umidade. Determinou-se o teor de proteína e de ácidos graxos. A calagem resultou em aumento no teor de proteína; entretanto, não teve efeito na composição e na qualidade do óleo, e o sistema de secagem não teve efeito no teor de proteína nem na composição do óleo.</description>
    <dc:date>2013-05-30T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>ASPECTOS ESTRUTURAIS DE CAFEEIRO INFECTADO COM XYLELLA FASTIDIOSA</title>
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    <description>Title: ASPECTOS ESTRUTURAIS DE CAFEEIRO INFECTADO COM XYLELLA FASTIDIOSA
Description: Estudaram-se as alterações anatômicas em folhas e caules de ramos de cafeeiros infectados com X. fastidiosa visando compreender as causas dos seus distúrbios fisiológicos. Analisaram-se amostras dos cultivares comerciais de Coffea arabica L. - Catuaí Vermelho IAC H 2077-25-81 e Mundo Novo 515-20 enxertados sobre a progênie IAC 2258 de C. canephora - e de Catuaí Vermelho IAC H 2077-25-81 sem enxertia (pé franco). As amostras foram coletadas no campo, no Núcleo Experimental de Campinas, IAC, em cafezais onde foi detectada a presença da bactéria. Analisou-se também a estrutura da folha e do caule de ramos com e sem sintomas visuais da bactéria, sendo estimada a porcentagem de obstrução dos vasos do xilema do caule. Os ramos infectados apresentaram um encurtamento dos entrenós e, com o agravamento da doença, senescência foliar precoce na sua base, resultando em pequeno número de folhas no ápice. O número e a posição dos ramos por indivíduo com tais sintomas variaram entre as plantas, sendo mais freqüentes na região basal. Esses ramos também mostraram pecíolos e área foliar reduzidos e frutos menores e agrupados, em vista de um encurtamento dos pedicelos e dos entrenós, além de uma deposição de "goma" nos vasos do xilema do caule, pecíolo e folha, assim como divisões celulares anormais no xilema, floema e córtex daquelas partes. As células do mesofilo das folhas afetadas apresentaram número reduzido de cloroplastos, associado a maior concentração de cristais de oxalato de cálcio. Sugere-se que a presença da bactéria esteja induzindo a senescência foliar que se relaciona a um ou mais fatores de estresse.</description>
    <dc:date>2013-05-30T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://dspace.mediu.edu.my:8181/xmlui/handle/123456789/4344">
    <title>TROCAS GASOSAS E RELAÇÕES HÍDRICAS EM LARANJEIRA 'VALÊNCIA' ENXERTADA SOBRE LIMOEIRO 'CRAVO' E TRIFOLIATA E SUBMETIDA À DEFICIÊNCIA HÍDRICA</title>
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    <description>Title: TROCAS GASOSAS E RELAÇÕES HÍDRICAS EM LARANJEIRA 'VALÊNCIA' ENXERTADA SOBRE LIMOEIRO 'CRAVO' E TRIFOLIATA E SUBMETIDA À DEFICIÊNCIA HÍDRICA
Description: Em citros, diferentes porta-enxertos podem afetar a tolerância da planta à deficiência hídrica. Neste trabalho, avaliaram-se, sob condições controladas, as taxas de assimilação de CO2 (A) e de transpiração (E), a condutância estomática (gs), a eficiência no uso da água (WUE), o potencial da água na folha (Yl) e o conteúdo relativo de água (RWC), em mudas de laranjeira 'Valência' sobre os porta-enxertos limoeiro 'Cravo' e Poncirus trifoliata (Trifoliata) submetidas à deficiência hídrica. As mudas foram cultivadas em vasos e a deficiência hídrica, aplicada pela suspensão da irrigação. Não houve decréscimo em A, E, WUE, Yl e RWC nas plantas quando o potencial da água no substrato (Ysb) esteve acima de -0,04 MPa, mostrando valores semelhantes entre os tratamentos. Para Ysb abaixo de -0,05 MPa, contudo, além de ter ocorrido queda nos valores de A, E, WUE, gs e Yl, as plantas sobre os dois porta-enxertos apresentaram respostas diferentes. As plantas sobre 'Cravo' iniciaram a queda em A, WUE e Yl um dia antes que as plantas sobre Trifoliata e levaram dois dias mais para se recuperarem. Em Ysb de -0,13 MPa, A atingiu 4,1 mmol/m2.s para o tratamento Trifoliata e 1,8 mmol/m2.s para o 'Cravo'. Os valores mínimos de A foram atingidos em Ysb de -0,23 MPa, sendo de 1,0 mmol/m2.s para o 'Cravo' e 2,0 mmol/m2.s para o Trifoliata. A manutenção de maiores valores de A, gs, WUE e Yl, em condições de limitação ao desenvolvimento do sistema radicular, sugeriu maior tolerância à deficiência hídrica de laranjeira 'Valência' enxertada sobre Trifoliata que sobre 'Cravo', em plantas em vasos.</description>
    <dc:date>2013-05-30T00:00:00Z</dc:date>
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