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DC FieldValueLanguage
dc.creatorDias H. C. T.-
dc.creatorSchaefer C. E. G. R.-
dc.creatorFernandes Filho E. I.-
dc.creatorOliveira A. P.-
dc.creatorMichel R. F. M.-
dc.creatorLemos Jr. J. B.-
dc.date2003-
dc.date.accessioned2013-05-29T23:20:29Z-
dc.date.available2013-05-29T23:20:29Z-
dc.date.issued2013-05-30-
dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-06832003000300009-
dc.identifierhttp://www.doaj.org/doaj?func=openurl&genre=article&issn=01000683&date=2003&volume=27&issue=3&spage=469-
dc.identifier.urihttp://koha.mediu.edu.my:8181/jspui/handle/123456789/2710-
dc.descriptionPouco se conhece sobre a diversidade de solos em ambientes altimontanos do Brasil apesar da acentuada valorização ecoturística atual. Foram estudados atributos químicos, físicos, mineralógicos e micromorfológicos de dez perfis de solos altimontanos em dois transectos do domínio quartzítico do Parque Estadual do Ibitipoca, em MG, relacionando-os com a pedogênese nos diferentes pedoambientes. Nesse local, a formação dos solos é mais influenciada por elementos lito-estruturais (presença de rochas xistosas ou quartzíticas, falhas e fraturas) do que por variações topográficas. Os solos estudados são álicos, com saturação por Al superior a 60 % em superfície, eletronegativos e com acentuado distrofismo. A CTC é quase exclusivamente atribuível à fração orgânica, em virtude da atividade muito baixa da fração argila dos solos. Os resultados indicaram a presença destacada de formas pouco cristalinas de Fe, comuns em complexos rupestres de altitude, onde o acúmulo de carbono orgânico inibe a cristalização de óxidos de Fe ou Al. Os solos são cauliníticos, inclusive o Espodossolo Ferrocárbico, e alguns perfis evidenciam a ocorrência de minerais 2:1 do grupo das ilitas/micas e vermiculitas com hidróxi-entrecamadas (VHE), denotando a resistência desses minerais em condições de acentuado intemperismo de micas, presentes no quartzito. Análises micromorfológicas do Espodossolo mostram feições típicas do processo de podzolização: predomínio de grãos minerais quartzosos entremeados de fragmentos polimórficos de matéria orgânica em superfície, microestrutura em grãos simples com recobrimentos em Bh e Bs. Observou-se a presença de "ortstein" no horizonte espódico (Bs), formado por material organomineral ou mineral, monomórfico e fraturado, com Al, Si e Fe amorfos, co-precipitados. As feições micropedológicas do Bs são semelhantes às de horizontes plácicos, com duas gerações de deposição ferruginosa: uma mais avermelhada (ferridrita-hematita) e outra xantizada (goethita). O plasma intergranular do horizonte espódico apresenta zonas plásmicas diferenciadas, uma mais aluminosa, de composição caulinítica, e outra mais ferruginosa, rica em sílica, revelando uma participação de sílica coloidal amorfa na cimentação dos "ortstein" (ou horizontes plácicos) em associação ao cimento ferruginoso, no Espodossolo.-
dc.publisherSociedade Brasileira de Ciência do Solo-
dc.sourceRevista Brasileira de Ciência do Solo-
dc.subjectpedogênese-
dc.subjectquartzito-
dc.subjectmatéria orgânica-
dc.subjectPodzóis-
dc.subjectcampos rupestres-
dc.subjecthorizonte espódico-
dc.titleCaracterização de solos altimontanos em dois transectos no Parque Estadual do Ibitipoca (MG)-
Appears in Collections:Agriculture and Food Sciences

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